Vitrine solar

Existem datas no varejo que chamamos de “clichê”. Entre elas temos o Natal, Dia dos Namorados, mas também as datas sazonais, que estão diretamente ligadas às coleções de primavera, verão, outono e inverno. 

Poderíamos pensar nas datas sazonais apenas por aspectos climáticos, mas isso é um erro, pois elas também dão o start ao ápice das vendas no País. Da mesma forma, podemos afirmar que a maior vocação brasileira é o verão, pois temos festas de fim de ano, férias e tudo junto e misturado.
O Brasil é um País tropical, que exala sensualidade e alegria. Neste sentido, o sol é nossa máquina propulsora de criatividade. Aliás, você já observou seu closet? Quantos pares de sapatos de verão você tem e quantos são de inverno?
A sensação que se tem ao observar toda cadeia produtiva do Brasil é que temos nos climas quentes e amenos quase todo processo decisivo de coleções. 
Vivemos uma era de multitendências, que tem características próprias do verão, que é, sem dúvida alguma, uma data libertária. Fica evidente que o calor abre as portas do possível, ou seja, trata-se da estação com a coleção que mais permite exercícios libertadores de visual merchandising.
Não é o fato de ser verão que precisamos falar de praias, de coqueiros, entre outros clichês. O verão pede misturas de texturas, movimento, cor, estampas, leveza e, contraditoriamente, exageros. É o momento de abrir a mente e deixar suas potencialidades criativas virem à tona. A grande verdade é que estamos credenciados a sair da caixinha do óbvio.
O verão é a coleção onde todas as linhas de produtos – dos esportivos aos mais sofisticados – exigem da nossa grande vocação, que é a essência de ser brasileiro. Somos, sem dúvida alguma, um povo muito criativo. Somos um povo solar e isso nos dá a certeza de que nossas vitrines precisam de luz.

:: SEM TENDÊNCIAS
Não vamos cair no erro de falar da tendência de vitrines para verão. Vamos buscar a originalidade do pensamento. Se o mundo usou borboleta e você quer trabalhar com pedras, está
exercitando sua criatividade. Aliás, é bom ficar claro que não existe uma tendência, tudo é válido neste mundo tão plural. Um bom exercício é pensarmos em nossas vitrines como
#Visual merchandising uma instalação de arte, onde o óbvio está no olhar de cada um e não de  uem criou, deixando nossos clientes fazerem suas próprias interpretações de acordo com o repertório de vida de cada um. 

:: REPERTÓRIO DE VIDA
Este conceito de respeitar o repertório de vida é que leva uma vitrine ao sucesso absoluto. Cada cliente tem seus próprios anseios, o olhar de um é diferente do outro e é por isso também que a liberdade faz parte da criação pois, no final, quem vai dar uma nomenclatura para sua vitrine é  cliente, e não quem a idealizou.
Além de pensarmos em instalações artísticas, quero abordar
um tema construtivo para nossas produções: a sustentabilidade. Uma ambientação de vitrine produz materiais que 

Vitrine solar

Existem datas no varejo que chamamos de “clichê”. Entre elas temos o Natal, Dia dos Namorados, mas também as datas sazonais, que estão diretamente ligadas às coleções de primavera, verão, outono e inverno. 
Poderíamos pensar nas datas sazonais apenas por aspectos climáticos, mas isso é um erro, pois elas também dão o start ao ápice das vendas no País. Da mesma forma, podemos afirmar que a maior vocação brasileira é o verão, pois temos festas de fim de ano, férias e tudo junto e misturado.
O Brasil é um País tropical, que exala sensualidade e alegria. Neste sentido, o sol é nossa máquina propulsora de criatividade. Aliás, você já observou seu closet? Quantos pares de sapatos de verão você tem e quantos são de inverno?
A sensação que se tem ao observar toda cadeia produtiva do Brasil é que temos nos climas quentes e amenos quase todo processo decisivo de coleções. 
Vivemos uma era de multitendências, que tem características próprias do verão, que é, sem dúvida alguma, uma data libertária. Fica evidente que o calor abre as portas do possível, ou seja, trata-se da estação com a coleção que mais permite exercícios libertadores de visual merchandising.
Não é o fato de ser verão que precisamos falar de praias, de coqueiros, entre outros clichês. O verão pede misturas de texturas, movimento, cor, estampas, leveza e, contraditoriamente, exageros. É o momento de abrir a mente e deixar suas potencialidades criativas virem à tona. A grande verdade é que estamos credenciados a sair da caixinha do óbvio.
O verão é a coleção onde todas as linhas de produtos – dos esportivos aos mais sofisticados – exigem da nossa grande vocação, que é a essência de ser brasileiro. Somos, sem dúvida alguma, um povo muito criativo. Somos um povo solar e isso nos dá a certeza de que nossas vitrines precisam de luz.

:: SEM TENDÊNCIAS
Não vamos cair no erro de falar da tendência de vitrines para verão. Vamos buscar a originalidade do pensamento. Se o mundo usou borboleta e você quer trabalhar com pedras, está
exercitando sua criatividade. Aliás, é bom ficar claro que não existe uma tendência, tudo é válido neste mundo tão plural. Um bom exercício é pensarmos em nossas vitrines como
#Visual merchandising uma instalação de arte, onde o óbvio está no olhar de cada um e não de  uem criou, deixando nossos clientes fazerem suas próprias interpretações de acordo com o repertório de vida de cada um. 

:: REPERTÓRIO DE VIDA
Este conceito de respeitar o repertório de vida é que leva uma vitrine ao sucesso absoluto. Cada cliente tem seus próprios anseios, o olhar de um é diferente do outro e é por isso também que a liberdade faz parte da criação pois, no final, quem vai dar uma nomenclatura para sua vitrine é  cliente, e não quem a idealizou.
Além de pensarmos em instalações artísticas, quero abordar um tema construtivo para nossas produções: a sustentabilidade. Uma ambientação de vitrine produz materiais que L4303 vão para o lixo. Sendo assim, somos responsáveis diretamente pela produção desses resíduos. E uma ótima pedida para a vitrine de verão é pensá-la de forma sustentável, tanto no uso do material, quanto na sua reutilização. E o que a sustentabilidade tem a ver com o verão? Tudo!

:: SUSTENTABILIDADE
Primeiramente, os clientes dão preferência de compra para empresas que são ecologicamente corretas. Isto é fato. Em segundo plano, todo material ecológico requer tirar de dentro de nós, criativos, o nosso melhor. O verão também nos conecta mais com a natureza, o que deixa os clientes mais atentos a questões ambientais. Podemos, com isso, deixar uma linha de pensamento que pode ser considerada quase uma receita criativa: arte + liberdade + sustentabilidade = sucesso!
Nessa pluralidade das tendências de moda, é preciso pensar de maneira global. O mundo ficou pequeno demais para copiarmos vitrines e acharmos que nosso cliente não está ciente disso. Por esse motivo, falo NÃO às tendências e SIM aos pensamentos originais. Podemos, e devemos, em nossas pesquisas, ver as vitrines mundiais, mas com o propósito de buscar referências.
Vamos mudar a regra! Nós brasileiros temos a obrigação de sermos exportadores de tendências de verão. Somos um país tropical e, como diz a música, “bonito por natureza”. Somos exportadores de moda, mas importadores de conceitos de visual merchandising? Existe algo de divergente neste princípio e, ao invés de falar de regras, quero apenas provocá-los: sejamos mais SOLARES e deixemos que os clientes orbitem diante de nossas vitrines.